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O quanto a inovação é importante nas nossas vidas?

A cerca de 100 anos atrás, era difícil imaginar que, a realidade da maioria dos empregos, seria trabalhar sentado, em frente a uma máquina, que concentra todas as informações da empresa. Também era praticamente impossível encontrar alguém que imaginasse poder conversar e fazer negócios em poucos segundos com alguém que vive do outro lado do mundo. A grande responsável por isso é a inovação. Ela está presente em todos os pontos da nossa vida atual, nos smartphones, na lâmpada, no ato de fazer fogo e na simples atividade de escrever com uma caneta em um papel. A inovação é primordial, seja para a economia de um país, seja para as empresas, ou para as pessoas. Até que ponto as empresas necessitam inovar? O quanto a inovação é importante para a economia, de forma geral e setorial?

Para a economia do Brasil, o empreendedorismo e inovação são extremamente importantes. De acordo com o gráfico “Nascimento de empresas”, são abertas, em média, 2 milhões de empresas anualmente, sendo, esse número, em 2019, de 3,1 milhões, visto que, desse número gigantesco, cerca de 86% foram de pequenas empresas. Mesmo que muitas dessas empresas nasçam por necessidade de seus fundadores, uma vez que mais de 90% delas estão no setor de serviços e comércio (setores característicos por autônomos),

essas pequenas empresas são responsáveis, de acordo com o SEBRAE, por mais de 50% dos empregos formais no Brasil (em 2012) e esse é um dado que vêm crescendo, já que em nos cinco primeiros meses de 2019, foram criados cerca de 326 mil novos empregos por pequenas empresas, cerca de 35 vezes mais que os gerados pelas grandes empresas.

Além de ser importante para a economia como um todo e, de certa forma, uma rota de fuga para a população (quando ela necessita), a inovação é extremamente importante para a maioria dos setores da economia.


Seria muito simples falar sobre a importância da inovação para as empresas de tecnologia, porém, um setor um pouco menos conhecido por essa característica e que gasta tanto quanto o de tecnologia em pesquisa e desenvolvimento é o setor farmaceutico. Como pode ser visto no gráfico, estima-se que, entre os anos de 2012 e 2026, o gasto com P&D aumente cerca de 60% mundialmente (dados de 2020). O mais interessante é o porquê isso ocorre. Na indústria farmacêutica é muito comum que várias empresas possuam, em seu portifólio de produtos, os mesmos remédios, dado que, após uma quantidade x de anos (que varia por país), a patente é quebrada e começa a fabricação de genéricos ou similares. A única forma de se diferenciar nesse setor é por meio da propriedade intelectual e do registro de patentes. O exemplo mais clássico disso é o Viagra, que foi descoberto pela Pfizer e ficou anos sendo vendido unicamente por essa empresa por valores estrondosos. Foi somente após 15 anos, quando a patente desse remédio acabou, que esse remédio se tornou acessível.

Portanto, mesmo a inovação sendo algo que parece ser digna apenas de inventores e visionários, ela está muito mais perto do que pensamos (já são mais de 1,5 milhões de novos negócios no Brasil em 2020) e, de certo, alguns deles trarão inovações que serão incorporadas no nosso dia a dia. A importância da inovação para a economia brasileira (e global) é gigantesca e é algo que também faz toda a diferença para muitas grandes empresas, que necessitam de altos investimentos para continuarem competitivas no mercado. Não é à toa que, na maioria dos países ao redor do mundo, tanto o investimento em P&D, quanto a abertura de novas empresas é muito facilitada. Todo país e empresário/empreendedor quer ser dono da próxima grande invenção, além de lucrar muito com isso. E, por isso, este ambiente precisa ser fértil e facilitado.

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